Ecommerce

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As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico. Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais.

Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, de acordo com a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.


Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.

O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.

O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo navegando na web, são mais de 26 horas por mês em média. Hoje existem aproximadamente treze milhões de e-consumidores brasileiros, sendo que as perspectivas apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para vinte milhões, que é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros online.


Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena.

Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do e-Commerce no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.

As micro e pequenas empresas, que ainda estão sem saber o que fazer, podem “testar” o e-Commerce com investimento muito baixo, participando de sites que são integradores de lojas, como num shopping.


A presença das grandes redes varejistas na internet tem impulsionado o crescimento na audiência dos sites de comércio eletrônico.

Em dezembro de 2009, a subcategoria “Lojas de Varejo” aumentou em 2,9% o número de visitantes, chegando ao nível recorde de audiência: 21,3 milhões de pessoas.


O analista de mídia do Ibope Nielsen, José Calazans, explica que a categoria Comércio Eletrônico engloba sites de leilão, comparador de preços, classificados e lojas virtuais.

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